domingo, 29 de janeiro de 2017
A procura de ajuda espiritual.
A depressão continuava,resolveu então procurar ajuda espiritual!
Começou ir a missa aos domingos, no final conversava com os padres,
resolveu que iria ser padre. Eu o acompanhava às missas,pois somos
católicos. Padre Oscar Pilone,que tem muita fé em Nossa Senhora Gospa
Mira,deu a maior atenção ao meu filho.Ele sentiu-se bem melhor!
Resolveu ajudar a Toca de Assis, doando muitas de suas roupas.
Procurou saber como faria para ser padre enclausurado.Ficaria só
rezando,sem contato com o mundo aqui fora!É o que ele queria!
Percebi então que para ele ser padre seria uma fuga da realidade!
Chegou a comprar o rosário,uma Bíblia,rezava todos os dias. Mas
infelizmente, não melhorava, chegou a ficar sem fé, desanimado!
sexta-feira, 13 de janeiro de 2017
Procurando ajuda
Foi com o diagnóstico de depressão, que procuramos o psicólogo Gilmar Fidelis.
A consulta na época ficava um pouco cara para nós, mas a vida de meu um filho,
não tem preço! Ele resistiu, não queria ir,chegando lá foi recebido com um
abraço, de quem fala: estou aqui e vou te ajudar!
E Gilmar ajudou meu filho a se levantar, ia às consultas passando mal,pegava
o metrô e ônibus, muitas vezes vomitando no caminho, mas ficou bem depois.
Tão bem que a médica que o acompanhava, diminuiu os remédios e ele começou a
trabalhar. Depois de 2 meses de trabalho,achou melhor trabalhar em outro lugar
eu percebia, que ele não estava bem emocionalmente ainda!
Dizia que não precisa mais de terapia,antes tivesse continuado!
segunda-feira, 2 de janeiro de 2017
Emergência
Começaram as idas à emergência. Durante um mês, meu filho dizia que estava
morrendo. O Coração estava parando, com falta de ar, e lá íamos para emergência.
Chegando lá, qualquer médico que passassem por ele, tinha que o examinar,estava
desesperado!
Todos os médicos que o examinavam, dizia estar tudo bem. Pediam exames de rotina,
mas jovem e forte,o resultado era que tudo ia bem, só a cabeça não estava legal.
Foram feitos: eletrocardiograma, tomografia e demais exames!
Uma médica, muito atenciosa disse olhando nos olhos dele: você está bem fisicamente,
o problema é no cérebro, precisa de um bom psicólogo para te ajudar. Deu um nome de
Gilmar Fideles, professor da Federal que poderia ajudá-lo.
Ele estava tomando calmantes fortes, mas continuava achando que estava morrendo.
Fomos a consulta com uma psiquiatra famosa pelo seu trabalho na saúde mental em BH,
Doutora Gilda,atende no Ipseng. Depois de examiná-lo ela me disse: seu filho não está
morrendo, ele está querendo morrer. Está com forte depressão, aí entraram com fortes
remédios, para depressão e antipsicóticos para não surtar!
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